Homenagem lida na Aula da Saudade dos Jornaletos. Faltam pessoas muito importantes neste texto que também me ensinaram muito, é que coloquei só quem estava presente na festa, mas não faltará oportunidade de também homenagear e agradecer a todas as pessoas que são importantes na minha vida, o fato de não estarem aqui não significam que as amo menos!
“Hoje poderia ser apenas mais uma festa da nossa turma, mais uma reunião cheia de risos, abraços, muídos, bolas de fogo e fotos. Mas, além disso tudo, há nesse encontro de hoje uma atmosfera diferente, um sentimento de mudança, de novos rumos, como se hoje fosse um divisor de águas entre a nossa vida de estudante e a nossa vida profissional. Não é uma despedida, sabemos que vamos continuar em contato, mas é a conclusão de um ciclo, de um período em que crescemos numa velocidade assustadora, quem de nós pode dizer que continua a mesma pessoa de 4 anos atrás? Mudamos muito, aprendemos muito, e não só aprendemos como fazer um lead ou como usar o SoundForge, aprendemos muito mais com a convivência que tivemos. De minha parte posso dizer que vocês foram os melhores professores que tive em toda minha vida.
Quando escolhi esta fantasia, pensei em trazer na bolsa da personagem uma surpresa para cada um, bom a bolsa não é tão grande assim, e eu tinha que deixar espaço para a bebida, então trouxe algo que não ocupa espaço físico, trouxe meus sentimentos por cada um de vocês, mas como traduzir sentimento em palavras? Fica mais fácil se eu tentar dizer o que aprendi com cada um, então vamos lá, por ordem alfabética pra não ter briga!
Aline / Lilika – o riso é algo intrínseco ao ser humano, é uma expressão de sentimentos que nos diferencia dos outros animais, todos aprendemos a rir desde que nascemos, mas quem conhece Lilika aprende a rir de outro jeito, um rir de tudo, até do que aparentemente não tem graça, um rir sem vergonha de ter alguém olhando, um rir que expulsa qualquer chateação de trabalho, qualquer nervosismo pra apresentar seminário, qualquer estresse de fim de período, um rir que tira do fundo da alma a criança que trancamos lá.
Álisson – Quem viu chegar tão quieto não podia imaginar que aquele menino calado fosse em pouco tempo se transformar no petinho de Toritama, no alfabetálisson, no meu companheiro de morgação nas festas, no Sr. Delícia de Costinha, enfim nessa pessoa que nos ensinou que a primeira impressão é apenas uma das muitas que temos todos os dias e que constroem a história de uma amizade.
Brena – Não tive tanta proximidade com ela, é verdade, mas nem por isso deixei de aprender com seu jeito alegre, com o amor que sente e demonstra pelos amigos e com a força com a qual acredita em si e nos seus sonhos.
Dennise / Docinho – como fazer mil coisas ao mesmo tempo? Simples, sendo Dennise Vasconcellos! É impossível não ficar contaminada com a energia dessa menina! Esse docinho que não enjoa me ensinou muito sobre determinação, responsabilidade, sobre correr atrás de tudo que se deseja, é uma tarefa fácil? Não, mas ficar reclamando das dificuldades também não vai ajudar a superá-las. Aprendi a admirar essa pessoa que encara a vida com um sorriso mais doce do que as trufas que ela vende!
Hérmany – Vou falar o que? Vou falar que ele, mais do que ninguém, me ensinou a não julgar um livro pela capa, vou dizer que aprendi a ver todo o potencial das pessoas, aprendi a ser menos pessimista, afinal estamos vivos e isso já é o começo da solução de todos os problemas, e principalmente reaprendi que a medida de amar é amar sem medidas!
Julyana / A Julie – eternamente a fina flor do bulgari, responsabilidade, objetividade e sinceridade, a primeira vista isso assusta um pouco, mas depois a gente acostuma e até sente falta das ordens dela. A cima de tudo Julyana é uma companheira confiável, é uma pessoa que não mede o tamanho dos desafios, apenas pensa na melhor estratégia para vencê-los. Isso sem falar no humor (um pouquinho negro né prima?) que torna os momentos que compartilhamos ainda mais inesquecíveis!
Lebana – pode parecer um paradoxo, mas essa é a menina sem futuro com o maior futuro que eu conheço!!! Esse jeitinho meio atrapalhado esconde um potencial sem tamanho, uma garra de buscar o que quer, de escrever o próprio caminho, mas isso tudo ao som de gargalhadas porque a vida não precisa ser mais pesada do que é, afinal foi com ela que aprendi que seriedade não é sinônimo de cara feia.
Luana – a prova viva que tamanho não é documento! E ninguém se engane com essa carinha de bibelô de cristal, sinceridade e coragem transbordam, a felicidade está do outro lado do mundo? Pois ela vai lá buscar!! Quem tem a oportunidade de ser amigo de Luana descobre o real significado da palavra carinho!
Milton – o fenômeno das múltiplas inteligências, com certeza ensinou, ensina e ensinará sempre muito!! Não só porque ele consegue fazer trabalhos perfeitos, mas ele ensina principalmente que ser amigo é se doar por inteiro, é ter sempre o coração e os braços abertos para receber e dar carinho, afinal é disso que se alimenta a amizade!
Monique – meine süß Freundin!!! Não eu não vou falar dela em alemão! Até porque eu não sei mesmo, o que eu sei é que essa maga espoleta é a tradução da alegria e do alto astral, minha companheira dos sonhos de morar na Alemanha, de trabalhar na BBC ou no NYTimes, de lembrar as breguices dos anos 80, (que a gente amava!) a menina que me ensinou que se o mundo inteiro vier te criticar você olha na cara dele e diz “rái dá homi!”.
Naiara / Anai – com Naiara aprendi a lanchar sem gastar dinheiro!! Brincadeirinha!!! A Nai é a imagem da liberdade, de quem leva a vida com a mesma intensidade de quem dança num compasso latino. É com certeza uma obra de arte em homenagem à vida, à juventude e à felicidade! Sua lição é o Carpe Diem!
Nayara / Maçarico – Atenção, coloquem suas máscaras! Sim o que ela fala queima, queima porque a verdade é fogo! e é justamente isso que aprendi com Nayara, ou melhor Maçarico, aprendi a admirar a verdade, por mais que ela não seja das mais agradáveis de se ouvir!
Thadeu – se eu acreditasse em astrologia diria que estava marcado no livro do destino que eu conheceria Thadeu, afinal nascemos no mesmo ano, no mesmo mês e no mesmo dia! mas contrariando os horóscopos não somos nada parecidos, então aprendi com ele a enteder, aceitar e até admirar as diferenças, sejam de crença ou de gosto, afinal eu não suportaria ser amiga de alguém que parecesse comigo!
Não podemos prever como será nosso futuro, onde estaremos daqui a 10 anos, mas vamos saber sempre que fizemos parte um da vida do outro, que este tempo que convivemos foi o melhor de nossas vidas e que a amizade, o nosso amor fraternal nunca nos deixará esquecermos quem somos: JORNALETOS COM MUITO ORGULHO!”
segunda-feira, 30 de março de 2009
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Ainda se pode ter fé!!
Sim, ainda é possível acreditar na humanidade!!! Sabe por que?
Porque existem pessoas como o Professor Mousinho, de quem tive a honra de ser aluna, que não se calam diante dos absurdos cotidianos. Posto aqui o texto que recebi dele.
PODRES PODERES: CONVERSE MAIS, DOM ALDO!
Há algum tempo ouço histórias sobre o arcebispo Dom Aldo Pagotto que me causam estranheza. Narrativas de que haveria rezado missa de desagravo em apoio a um político paraibano acusado de corrupção e preso pela Polícia Federal; que teria fechado um hospital de apoio a crianças aidéticas por preconceito contra aidéticos e homossexuais; que pregaria contra uso da camisinha, se alinhando às correntes mais retrógradas da Igreja Católica (a mesma na qual tenho orgulho de ser batizado); que apoiaria políticos acusados de fraude eleitoral. Enfim, não acreditava (e ainda não acredito) que esses dados confiram. E até pensava com meus botões: isso não é um bispo, é uma lenda urbana! Ainda mais na Paraíba, com a honrosa tradição de tantos anos de belíssima atuação de Dom José Maria Pires e também de Dom Marcelo.
Pois, na última quarta-feira de cinzas, infelizmente parte dessa lenda negativa se confirmou aos meus olhos, num canal de tv local. Vi o bispo Pagotto tentar defender o ex-governador cassado por acusação de crime eleitoral. Até aí tudo bem, poderíamos dizer que é um direito que lhe cabe. Mas a qualquer análise semiótica básica, ou a qualquer visada a olho nu, mesmo a mais desprevenida, saltava aos olhos que o bispo não concluía uma frase com integridade, arrodeava, engasgava, não conseguia olhar para a câmera, nem para o repórter. E se dizia consternado com o procedimento (histórico) da justiça eleitoral. Isso sem apresentar nenhum argumento com mínimo de solidez para embasar sua opinião.
Espantado ainda com a fala escorregadia do arcebispo, dei um pulo do sofá à noite, morto de vergonha e indignação, ao ver a nossa Paraíba em rede nacional, no Jornal Nacional, com a informação da suspensão do dedicado e aguerrido padre Luiz Couto de suas funções sacerdotais, pelo fato de ter discutido democraticamente a possibilidade de fim do celibato clerical, a necessária luta (política e cristã) contra a discriminação de homossexuais e – ah, isso eu até acho graça --, ter se mostrado a favor do uso da camisinha. Três bandeiras de luta super-justas, passíveis de serem condenadas apenas por pessoas muito obscurantistas.
A condenação dos homossexuais é nazista, a posição fechada pelo celibato uma total falta de perspectiva histórica e a condenação da defesa do uso da camisinha um gesto criminoso do senhor arcebispo. Sou professor universitário e me orgulho de começar o semestre com meus alunos e alunas feras, incentivando a que “plastifiquem” e vivam a vida boa que Deus nos deu. Começo brincando e falo sério, seríssimo, sobre uma questão de saúde grave como a Aids, que precariza as condições de vida e envolve ainda risco de morte, apesar de todos os avanços da medicina.
Nos anos oitenta, uma canção de Caetano Veloso tinha versos que se construíam como uma oração em proteção aos “índios e padres e bichas negros e mulheres e adolescentes”, ou seja às minorias sociais, expostas à discriminação e violência. Deus queira que o padre Pagotto não tenha tido ainda noção de que gestos discriminatórios como os dele dão munição e podem servir de argumento e planta baixa para criminosos que no mundo inteiro, neste momento, estão agredindo e matando essas minorias, por serem minorias. Matando simbolicamente e frequentemente fisicamente também.
O deputado e padre Luiz Couto tem dedicado a sua vida e também posto a sua própria vida em risco, numa carreira parlamentar e num sacerdócio religioso voltados à luta contra inúmeras formas de opressão e ao mesmo tempo de combate de rara coragem contra o crime organizado. A verdade é que o atual arcebispo da Paraíba, com essa atitude de punição ao deputado e padre Luiz Couto, prova por A mais B que não tem dimensão intelectual nem humana para ocupar o cargo que ocupa. E que também não tem, nunca teve, estatura para ocupar a cadeira que um dia já foi de Dom José e Dom Marcelo. Em tempo: leio neste mesmo Correio o presidente Lula distribuiu pessoalmente camisinhas no carnaval. Frequentemente a humanidade caminha para frente.
Luiz Antonio Mousinho
Professor do Departamento de Comunicação e da pós-graduação em Letras da UFPB
Há algum tempo ouço histórias sobre o arcebispo Dom Aldo Pagotto que me causam estranheza. Narrativas de que haveria rezado missa de desagravo em apoio a um político paraibano acusado de corrupção e preso pela Polícia Federal; que teria fechado um hospital de apoio a crianças aidéticas por preconceito contra aidéticos e homossexuais; que pregaria contra uso da camisinha, se alinhando às correntes mais retrógradas da Igreja Católica (a mesma na qual tenho orgulho de ser batizado); que apoiaria políticos acusados de fraude eleitoral. Enfim, não acreditava (e ainda não acredito) que esses dados confiram. E até pensava com meus botões: isso não é um bispo, é uma lenda urbana! Ainda mais na Paraíba, com a honrosa tradição de tantos anos de belíssima atuação de Dom José Maria Pires e também de Dom Marcelo.
Pois, na última quarta-feira de cinzas, infelizmente parte dessa lenda negativa se confirmou aos meus olhos, num canal de tv local. Vi o bispo Pagotto tentar defender o ex-governador cassado por acusação de crime eleitoral. Até aí tudo bem, poderíamos dizer que é um direito que lhe cabe. Mas a qualquer análise semiótica básica, ou a qualquer visada a olho nu, mesmo a mais desprevenida, saltava aos olhos que o bispo não concluía uma frase com integridade, arrodeava, engasgava, não conseguia olhar para a câmera, nem para o repórter. E se dizia consternado com o procedimento (histórico) da justiça eleitoral. Isso sem apresentar nenhum argumento com mínimo de solidez para embasar sua opinião.
Espantado ainda com a fala escorregadia do arcebispo, dei um pulo do sofá à noite, morto de vergonha e indignação, ao ver a nossa Paraíba em rede nacional, no Jornal Nacional, com a informação da suspensão do dedicado e aguerrido padre Luiz Couto de suas funções sacerdotais, pelo fato de ter discutido democraticamente a possibilidade de fim do celibato clerical, a necessária luta (política e cristã) contra a discriminação de homossexuais e – ah, isso eu até acho graça --, ter se mostrado a favor do uso da camisinha. Três bandeiras de luta super-justas, passíveis de serem condenadas apenas por pessoas muito obscurantistas.
A condenação dos homossexuais é nazista, a posição fechada pelo celibato uma total falta de perspectiva histórica e a condenação da defesa do uso da camisinha um gesto criminoso do senhor arcebispo. Sou professor universitário e me orgulho de começar o semestre com meus alunos e alunas feras, incentivando a que “plastifiquem” e vivam a vida boa que Deus nos deu. Começo brincando e falo sério, seríssimo, sobre uma questão de saúde grave como a Aids, que precariza as condições de vida e envolve ainda risco de morte, apesar de todos os avanços da medicina.
Nos anos oitenta, uma canção de Caetano Veloso tinha versos que se construíam como uma oração em proteção aos “índios e padres e bichas negros e mulheres e adolescentes”, ou seja às minorias sociais, expostas à discriminação e violência. Deus queira que o padre Pagotto não tenha tido ainda noção de que gestos discriminatórios como os dele dão munição e podem servir de argumento e planta baixa para criminosos que no mundo inteiro, neste momento, estão agredindo e matando essas minorias, por serem minorias. Matando simbolicamente e frequentemente fisicamente também.
O deputado e padre Luiz Couto tem dedicado a sua vida e também posto a sua própria vida em risco, numa carreira parlamentar e num sacerdócio religioso voltados à luta contra inúmeras formas de opressão e ao mesmo tempo de combate de rara coragem contra o crime organizado. A verdade é que o atual arcebispo da Paraíba, com essa atitude de punição ao deputado e padre Luiz Couto, prova por A mais B que não tem dimensão intelectual nem humana para ocupar o cargo que ocupa. E que também não tem, nunca teve, estatura para ocupar a cadeira que um dia já foi de Dom José e Dom Marcelo. Em tempo: leio neste mesmo Correio o presidente Lula distribuiu pessoalmente camisinhas no carnaval. Frequentemente a humanidade caminha para frente.
Luiz Antonio Mousinho
Professor do Departamento de Comunicação e da pós-graduação em Letras da UFPB
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
2009: o objetivo é sobreviver!!!
Ano Novo, vida nova!!!
Pra dizer a verdade a vida é bem a mesma do ano passado, mas mesmo sendo minha velha vida eu gosto dela e quero conservá-la!! Comecei o ano com uma gripe interminável e pra ficar um pouquinho melhor ainda ganhei um infecção grave no olho, tais fatos me levaram a eleger como prioridade para 2009 a sobrevivência! Acho que se conseguir sobreviver a janeiro e fevereiro os outros 10 meses dá pra levar.
Como as pessoas podem ficar tão felizes no Reveillon sabendo que no outro dia começa um dos piores meses do ano??? Primeiro que neste mês dos capricornianos e aquarianos a gente ganha uma chuva de contas, impostos, prejuízos das festas de fim de ano etc. Tentar esquecer a dor no bolso vendo um programa inteligente na TV? Nem pensar!!! com excessão da minissérie Maysa o resto é Big Brother Brasil e prévia do carnaval, resumindo BUNDAS!!!!!
Verão! Praia! Sol! Isso pra quem tá de férias pode até salvar a situação, mas para quem como eu está trabalhando, só piora tudo!!!
Perdoem-me o baixo astral, prometo que lá pra março vou estar bem melhor!!! Isso se eu conseguir passar por estes 60 dias no inferno!!!
Pra dizer a verdade a vida é bem a mesma do ano passado, mas mesmo sendo minha velha vida eu gosto dela e quero conservá-la!! Comecei o ano com uma gripe interminável e pra ficar um pouquinho melhor ainda ganhei um infecção grave no olho, tais fatos me levaram a eleger como prioridade para 2009 a sobrevivência! Acho que se conseguir sobreviver a janeiro e fevereiro os outros 10 meses dá pra levar.
Como as pessoas podem ficar tão felizes no Reveillon sabendo que no outro dia começa um dos piores meses do ano??? Primeiro que neste mês dos capricornianos e aquarianos a gente ganha uma chuva de contas, impostos, prejuízos das festas de fim de ano etc. Tentar esquecer a dor no bolso vendo um programa inteligente na TV? Nem pensar!!! com excessão da minissérie Maysa o resto é Big Brother Brasil e prévia do carnaval, resumindo BUNDAS!!!!!
Verão! Praia! Sol! Isso pra quem tá de férias pode até salvar a situação, mas para quem como eu está trabalhando, só piora tudo!!!
Perdoem-me o baixo astral, prometo que lá pra março vou estar bem melhor!!! Isso se eu conseguir passar por estes 60 dias no inferno!!!
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